Passou a mão no nariz porque sentiu que estou com mau hálito.

Está me oferecendo chicletes. Devo estar com o hálito ruim.

Vou encontrar com ele. Não posso esquecer o Halls.

Falar durante a reunião aqui nesta sala tão pequena? Não dá! Vão notar que estou com mau hálito e não quero passar vergonha.

A verdade é que basta ter dúvidas sobre o hálito para que a autoconfiança seja abalada e as relações prejudicadas. Isso que, muitas vezes, a alteração é tão sutil que nem é percebida por outras pessoas.

Mas basta alguém oferecer uma bala ou passar a mão no nariz que pronto! Gatilho do hálito ativado, retração social, vergonha e insegurança!

Por tudo isso, o mau hálito vai muito além de uma alteração física para se tornar uma condição que afeta o emocional. São dúvidas sobre o comportamento das outras pessoas e tantas incertezas que fazem com que algumas pessoas  acabem se isolando ou experimentando uma vida sofrida e cheia de restrições auto impostas.

Elas não falam em ambientes pequenos, prendem a respiração no elevador, sofrem ao pensar em ficar perto de outra pessoa, tem sonhos não realizados e histórias não vividas.

Mas não precisa ser assim! Mau hálito tem tratamento! É possível reequilibrar o ambiente bucal, controlar as alterações e combinar técnicas capazes de contribuir para a recuperação da segurança, confiança e autoestima. Além, é claro, da certeza de um hálito agradável e de uma boca saudável.

E foi pensando nisso que eu ampliei minha qualificação. Fiz a formação de Coaching Integral Sistêmico e me aprofundei como Master Coach na Febracis, a maior instituição de coaching do mundo.

Afinal, tão importante quanto ter um hálito agradável, é ter a certeza de que você pode se sentir seguro para viver a vida com a plenitude que ela merece.

Você foi criado para ter uma vida extraordinária. E não é o mau hálito que vai te impedir, não é mesmo?

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